Eufaula , uma pequena cidade no interior do Alabama, uma população de um pouco mais de 13 mil habitantes. Como em todas as cidades pequenas as fofocas sobre todos correm soltas em Eufaula, existe um rol de mal- falados na cidade que vivem sobre intrigas dos vizinhos que desaprovam cada atitude destes. Em um lugar onde todos se conhecem não se é permitido cometer grandes deslizes, afinal ninguém gosta de estar na boca do povo, correto?
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Of the love that I loved

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Of the love that I loved

Mensagem por Nina Adler em Ter Dez 10, 2013 6:34 pm



Dados da RP

Participantes: Ryan Samuels e Nina Adler.
Clima: Clima fresco.
Dia 27 de abril de 2013, manhã de sexta. Em torno de 09 horas.
Status da RP: Fechada





Cause you and I both loved

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Ryan


Acordara tão animada naquele dia, afinal era um dia especial, uma dia do ano muito especial, mais que seu próprio aniversário. Levantou-se e foi para o banho cantarolando. Fez seu show particular enquanto tomava um banho demorado, tão demorado que se esqueceu da hora e acabou se atrasando e sendo assim teve que correr com as outras coisas, se não chegaria muito atrasada no campus. Saiu bufando do chuveiro, e correu para se trocar, optando por uma blusinha de alça cinza escuro, calça jeans e all star.  O cabelo infelizmente não teve muito tempo de fazer nada, afinal estava atrasada, porém ele estava milagrosamente liso.

Estava pronta finalmente, e se não estivesse, estava ferrada, afinal não tinha mais tempo. Pegou sua bolsa, livros e a jaqueta preta, passou pela cozinha, dando um beijo na bochecha dos pais, pegou uma torrada com geléia e correu para seu carro, rumo à universidade. E quando chegou lá, praticamente voou até o campus de medicina, para o laboratório de anatomia 3, onde sabia que o encontraria.

E assim que chegou a porta, finalmente o viu, não havia muitas pessoas no local, e o principal, o professor, ainda não havia chegado. Porém Ryan, seu melhor amigo, não estava sozinho, para variar. Ele estava acompanhado de uma loira peituda que se debruçava sobre a bancada somente para que seus seios ficassem mais amostra. Nina ficou a cara imediatamente e desejou que a bancada estivesse encharcada de acido sulfúrico. Biscate!

Mas ela não daria esse gostinho, agiria naturalmente, e não deixaria que ninguém acabasse com seu dia, que estava indo perfeitamente bem ate agora. Caminhou silenciosamente até Ryan, que estava de costas pra ela e colocou suas pequenas mãos tapando os olhos do rapaz, como sempre fizera.  E ele voltou toda sua atenção toda pra ela, adivinhando que só podia ser uma pessoa no mundo, ela.

Nina deu um demorado beijo na bochecha do moreno, lhe desejando bom dia, sem vergonha de quem estava lá para assistir, eles eram assim, sempre foram. Não podia negar que o clima estava um pouco tenso entre eles, pesado na verdade, pois tanto ele, quanto ela, pareciam não se decidir o que queriam realmente da vida. E o clima aumentava mais conforme eles se olhavam nos olhos e sorriam um para o outro, deixando os sentimentos transbordarem. E ela sabia que precisava agir normalmente com ele, e que todos ainda estavam olhando.

E para quebrar um pouco o gelo, afastou-se alguns passos e voltou sua atenção para a loira, qual era o nome dela mesmo?

- Você já pode ir procurar outro macho pra te levar pro motel essa noite queridinha – disse ela numa voz um de pena - Esse aqui já tem planos pra hoje – e conforme a menina se afastava ela gritou – E pro resto da vida...

Ela riu da cara da garota, pobre coitada, achava que depois de abrir as pernas para Ryan ele colocaria uma aliança em seu dedo, otária! Balançou a cabeça em negação e mordeu o lábio antes de olhar pra ele, sabia que ele deveria estar um tanto quanto chateado por ela tê-lo feito perdido o par de peitos. Olhou para ele e ele estava como ela imaginava, e para completar de braços cruzados. E ela apenas fez uma careta para ele e deu de ombros para ele.

- Ahh qual é Ryan, você pode arrumar outro rabo de saia assim – estalou os dedos – Então para de ser tão dramático, ok? – deu um sorrisinho de canto – Tudo de pé para hoje?

Aquele era o dia do ano dele, em que eles sempre faziam algo juntos, eles haviam escolhido um dia do ano quando eram crianças e prometeram que aquele dia seria deles. E assim tem sido desde então. Era uma tradição.


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Re: Of the love that I loved

Mensagem por Ryan Samuels em Ter Dez 17, 2013 6:00 pm


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Desde o dia em que tinha surtado e decidira fazer medicina, e principalmente, desde o dia em que tinha começado a faculdade, Ryan já não sabia mais o que era poder dormir até tarde, ficar de preguiça na cama durante um bom tempo para só então levantar e ir se arrumar. Bem, a não ser quando estava de férias, é claro, mas aquele período, infelizmente, não era de férias e isso significava apenas uma única coisa: estudo.

Por isso, quando o despertador de seu celular tocara, anunciando que já era hora de acordar, ele não ficou enrolando na cama como uma menininho. Foi direto para o banheiro, precisava urgentemente de uma água fria. Aquele dia seria... Cheio. De emoções. De desespero. De loucura. De desejo. E para completar com uma cereja no topo do maldito bolo, o jovem tinha sonhado com uma certa garota que ele não podia sonhar. Bem, não que ele não pudesse sonhar com ela, ele podia sonhar com qualquer pessoa, é claro, mas ele não podia é ter aquele tipo de sonho que tivera quando se tratava daquela garota em particular.

Ficou bufando o tempo inteiro quando estava em casa, sua mãe o olhou preocupado, é claro, mas ele apenas ignorou isso e tomou um pouco de vitamina antes de sair. Pegou a chave de seu carro e foi para o carro, não queria chegar atrasado para o laboratório, queria que o professor o visse lá, que o professor soubesse que Ryan realmente estava interessado em suas pesquisas.

Mas é claro, não se pode esperar muito da humanidade, ao chegar na faculdade, Ryan foi direto para o laboratório de anatomia, dedicado para a área de Medicina, e não havia nenhum sinal do professor; ao menos algum santo monitor que possuía a chave daquela sala já havia chegado, já que o laboratório estava aberto.

O rapaz colocou o seu jaleco e caminhou até a bancada, mas antes que ele realmente pudesse fazer alguma coisa, Claire apareceu. Claire era uma aluna de enfermagem, tinham quase a mesma idade, estavam quase no mesmo período, ele já fora Monitor numa matéria para ela, bem no início do curso e ele caiu na burrada de ficar com ela em uma festa a mais ou menos seis meses atrás. E é claro, ele era um homem, ela uma mulher (nenhum pouco difícil, diga-se de passagem), obviamente que eles não ficaram apenas nos beijos e amassos.

Desde então ela grudou nele como um bicho preguiça se gruda num galho de árvore. Isso o irritava. Eles eram de maior, vacinados, estavam conscientes, queriam... Ele não fizera nenhum tipo de promessa para aquela garota, mas ali estava ela... Tão triste ver que ela agia assim, e o pior que ela não foi a única a comportar-se de tal maneira e nem seria a última.

A loira havia se debruçado sobre a bancada em que estava e ele revirou os olhos. Higiene zero. Noção de bactérias também zero. Ao menos sua atenção foi desviada para outra coisa (já não era hora, porque Ryan não fazia a mínima ideia do que Claire estava falando; digamos que ele havia pegado aversão a voz dela depois de tudo) e ele sorriu no instante em que sentiu aquelas mãozinhas em seu rosto. Apenas uma pessoa poderia fazer isso.

Virou-se para olhá-la e sorriu a fim de disfarçar o clima entre eles. Gelo ali era pouco. Ele tinha que quebrar um iceberg. Por sorte, a acidez de Nina falou mais alto e Ryan riu das palavras de sua melhor amiga. Claire olhou para ele indignada, com aquela típica cara "você vai deixar ela falar assim comigo?"; mas como ele apenas riu e deu de ombros, a loira percebeu que estava mais do que na hora de sair. E ele preferiu não se iludir com a parte de que ele teria planos para o resto da vida. Aquilo.... Soara tão... Duplo sentido.

Mas ele precisava fingir que estava irritado com aquilo, afinal, ela precisava de uma pequena lição e tinha pessoas naquele laboratório, elas não precisavam saber que Nina basicamente comandava a vida amorosa de Ryan.

- Humm... Eu já tinha arrumado um rabo de saia, mas você atrapalhou tudo, senão percebeu. - Deu uma rápida olhada em Nina e deu o seu melhor sorriso canalha. - Talvez você queira substituí-la... - Bem, droga. Essas não foram as melhores palavras para se dizer, ainda mais quando estavam daquele jeito... - Não sei, você não tem sido uma boa garota. Tem que fazer por merecer. Mesmo que seja dia vinte e sete de Abril.

Nina e Claire
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Re: Of the love that I loved

Mensagem por Nina Adler em Qua Dez 18, 2013 2:26 pm


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Ryan


Ryan sempre sendo Ryan, pelo menos o de uns tempos pra cá, e acabando com qualquer clima bom, e principalmente com a paciência de Nina. Mas como ela acordara de bom humor, e não deixaria que nada destruísse aquele dia, resolveu entrar na brincadeira.

- Eu substituí-la? – disse em tom irônico – Não faço seu tipo querido – deu um sorriso contagiante, porém carregado de sarcasmo – Não sou as putinhas que você leva pra cama.

Nina falava baixo, afinal não queria que os demais participassem da conversa dos dois. Mas olhou em volta para se certificar de que todos estavam ocupados com suas vidas e não com a de ambos. E quanto teve essa certeza voltou sua atenção ao moreno que dizia que ela não estava sendo uma boa garota.

- Desculpa, oi? – disse ela agitando a cabeça – Eu não estou sendo uma boa garota? Tem certeza disso Ryan? – ela cruzou os braços sob o peito e o encarou – Melhor nem começarmos ver direito quem é que não está merecendo as coisas.

Disse ela dando uma leve alfinetada, mas se arrependeu no instante seguinte, prometera que não queria e não deixaria nada estragar aquele dia, e olha só o que ela já estava fazendo. Soltou o ar rapidamente e levou as mãos ao braço dele, tocando-o e tentou dar seu melhor sorriso.

- Hey, seu professor não veio, e provavelmente não virá. – disse olhando ao redor, vendo que já passava da hora que o professor chegaria – Que tal tomarmos um capuccino com muito chocolate e chantilly?

Disse empolgada, com água na boca, aquele com certeza era o preferido deles. Mas Ryan parecia incerto, então ela simplesmente sorriu docemente, fez uma carinha de sapeca, pegou os livros do moreno, que estavam em cima da bancada, e saiu apressada pela porta. Sabia que isso faria com que ele fosse atrás dela.

E saiba também que assim que passasse pela porta ele tentaria pegar os livros, por isso ela correu pelo campus, e sabia que ele provavelmente estava em seu encalço. Ryan apesar de estudar medicina, era atlético também. Mas ela já fora ginasta, tinha uma chance contra ele, mesmo que pequena.



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Re: Of the love that I loved

Mensagem por Ryan Samuels em Qua Dez 18, 2013 3:38 pm


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É claro que ele estava mentindo, sempre haveria comemoração naquele dia; aquele dia era como se fosse apenas deles e demais ninguém. Era o dia perfeito para fazerem o que quisessem, curtirem um ao outro, serem crianças mais uma vez e ele não deixaria nada, ninguém e muito menos o clima estranho entre eles atrapalhar alguma coisa. Quem sabe até eles não conseguissem se entender melhor depois de tudo aquilo. Voltar as raízes, lembrar-se de como ele era o melhor amigo dela desde que ela nascera.

Ele acompanhara a gestação da senhora Adler, afinal de contas! Acompanhara Nina desde o seu primeiro dia de vida e podia ser intitulado quase que como um Stalker. Quase. Porque não havia o vício e nem a paranoia. Ele apenas sempre estivera ali presente, por perto, cuidando e vigiando. Nada além disso.


- Nina, Nina, Nina. - Balançou a cabeça de um lado para enquanto sorria levemente. Ah se ela soubesse.... Ah se ela soubesse o quanto que Ryan tinha que escutar, quanta baboseira tinha que ouvir e aturar dos seus amigos ali da faculdade, falando em como Nina era bonita, legal, fofa e toda boazuda. - Você nem sabe qual é o meu tipo. - Não é porque que tinha ficado com Claire e ela era loira que esse fosse o estilo do homem. Ah não, ele tinha uma leve queda por morenas, magras, atléticas e que assim como ele, cursavam medicina.

Se ele levava 'putinhas' para cama era porque ele não iria levar uma garotinha certinha para cama. Aqueles moradores de Eufala era insuportáveis, chatos e conservadores demais. Se ele fizesse isso com alguma garota que fosse dali, ou alguma garota que fosse completamente louca e seguidora da Igreja... Ele teria que se casar com ela e ele não estava pronto para casar. Sem falar que essas certinhas não iriam para a cama com Ryan assim tão fácil.

Mas isso eram apenas detalhes, é claro.

- Não é questão de... Putinhas, como você disse. - Olhou em volta assim como Nina, observando os poucos alunos ali no laboratório e xingando o seu professor que não aparece de todos os nomes possíveis, imagináveis e até mesmo inimagináveis. - É... Se divertir com as erradas enquanto a certa não chega. Ou não cede. - Porque ele já tinha encontrado a garota certa para se casar, a conhecera quando ainda tinha apenas dois anos de idade, mas aparentemente a vida era uma cretina que não o ajudava e nem os favorecia em nada.

Revirou os olhos para a sua amiga. Ele não estava merecendo? Ela havia sido a primeira garota que beijara. Que amara e para quem dera o seu coração. Eles estariam juntos se ela não fosse tão esquentada, tão cabeça dura e orgulhosa. E o pior eram as palavras que nunca foram ditas. Bem, não que ele realmente precisasse dizer algo para que Nina soubesse como ele se sentia, mas mesmo assim, ele queria ter dito ao menos uma vez.

E ele não podia negar algo para Nina. Não no dia vinte e sete de Abril. Mas ele não queria ceder, não queria que ela soubesse que podia driblado sempre que tivesse vontade. Mas antes de realmente poder dizer algo (que obviamente seria 'sim, vamos para a Starbuck'), Nina pegou seu material e saiu correndo laboratório a fora.

Ele riu incrédulo de sua atitude, contou até três para dar uma pequena vantagem para garota, tirou o seu jaleco e então correu atrás de Nina. Agora sim a brincadeira iria começar.

Nina
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Re: Of the love that I loved

Mensagem por Ryan Samuels em Qua Dez 18, 2013 3:42 pm



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Re: Of the love that I loved

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