Eufaula , uma pequena cidade no interior do Alabama, uma população de um pouco mais de 13 mil habitantes. Como em todas as cidades pequenas as fofocas sobre todos correm soltas em Eufaula, existe um rol de mal- falados na cidade que vivem sobre intrigas dos vizinhos que desaprovam cada atitude destes. Em um lugar onde todos se conhecem não se é permitido cometer grandes deslizes, afinal ninguém gosta de estar na boca do povo, correto?
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"Tap on my window, knock on my door"

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"Tap on my window, knock on my door"

Mensagem por Michael Morrisson em Sex Set 06, 2013 8:57 pm



Dados da RP


Participantes: Michael Morrisson e Georgina Stark.
Clima: ambiente climatizado, em torno de 21°C
Dia 14 de fevereiro de 2013, depois da meia noite
PVT


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Sorriu levemente para a garota, querendo rir de toda aquela situação. Georgina estava ficando roxa de tanto falar, ininterruptamente. Ele as vezes via algumas características dele na menina, mas nada como aquilo... Chegava a achar aquilo encantador. Por mais que ela não parecesse confortável com a situação, Michael estava, e muito. Agora ele poderia levar a loira para a sua casa e fazer o que bem entendesse com ela.

Socou-se mentalmente. Não, calma, Michael. Você não vai apressar as coisas, vai que ela se apavora e decide sair correndo? Negou com a cabeça, bufando ao perceber que seu eu interno estava certo. Ela merecia mais do que uns amassos no quarto dele, certo? Ele a vira crescer e as coisas estavam começando a ficar complicadas demais, e Mike detestava coisas complicadas, acabavam por embaralhar sua mente e darem-lhe uma desgraçada dor de cabeça, não que aquilo tivesse muita importância. Até tinham, porque ele detestava ter dor de cabeça, mas a relevância no momento? Nenhuma.

Não escutou todas as palavras de Georgina, até porque estava entretido demais consigo mesmo. Cretino narcisista? Não chegava nem perto do que o Morrisson era.

Deu um meio sorriso para a loira, assentindo levemente com a cabeça. – Acho que posso dar conta da sua irmã. – respondeu, sentando-se na moto, com a loira atrás dele. – E é melhor se segurar, não queremos que mais acidentes aconteçam. – riu baixo, sentindo-se incomodado pela garota não ter se segurado completamente nele. Acelerou, fazendo com que ela se apoiasse completamente nele.

Melhor assim, estreitou os olhos, dando a partida e dirigindo por Eufaula até chegar à casa. Não demoraram muito, e ele queria que durasse mais, até porque ter a loirinha abraçada a ele não era algo que acontecia todos os dias. A mãe não estava em casa, o que era típico da Juíza. Soltou uma risada de escárnio “típico”, escancarando a porta e acendendo as luzes, dando espaço para Georgina passar. – Tenta não reparar na bagunça, Paul passou por aqui pra pegar os equipamentos. – deu de ombros, lembrando-se da sua guitarra. Se o cretino não tivesse guardado em um lugar muito bem escondido, Michael ia acabar socando o Grimm, mesmo que ele estivesse freqüentando mais a academia ultimamente. Tsc, ele podia muito bem enfrentar aquele baixista roceiro. Aquele viadinho que era seu melhor amigo desde os quinze anos.

Parou por uns instantes, reparando, agora na claridade total, o estado de Georgina e reprimiu uma careta de desgosto. Foi direto para o banheiro, onde pegou algodão e o restante do kit de primeiros socorros, voltando com ambos em mãos e levando a garota para seu quarto. Não que ele quisesse fazer alguma coisa mais – aliás, ele até queria, mas preferiu cuidar da loira primeiro – com ela no lugar. De qualquer forma, seria mais confortável, tanto pra ele quanto pra ela.

- Isso aqui deve dar, não é? –
perguntou para ela, levantando o olhar e vendo Georgina sentada em sua cama. Imagens nem um pouco ortodoxas passaram pela sua mente. Michael teve de se controlar para não soltar uma de suas pérolas.

Cuida dela primeiro, Zé Mané,
seu subconsciente mandou e ele o obedeceu, até porque quem era ele para negar algo a si mesmo? Diabo, Michael estava ficando maluco. Abaixou-se à altura da loira, tirando os componentes que iria precisar do kit de primeiros socorros. Fez uma careta ao embeber o algodão no álcool. Sabia de antemão que aquilo iria arder, até porque já experimentara aquele tipo de coisas muitas vezes, e ele não queria ver o sofrimento da loira. Mirou seus olhos azuis, buscando alguma aprovação para o que estava prestes a fazer, mas achou aquilo ridículo. Ou ela deixava ele limpar o ferimento ou a ferida ia infeccionar, e ele não queria ver aquele rostinho com qualquer seqüela. Suspirou, decidido. – Vai arder, tente não gritar. – deu um sorriso de canto, percebendo que Georgina cerrou os punhos e fechou os olhos com força.

Michael se concentrou o máximo possível, mas era difícil, sentindo a respiração de Georgina bem próxima ao seu rosto, seu peito subindo e descendo rapidamente, e principalmente, seu decote se insinuando para ele e a barriga à mostra.


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Re: "Tap on my window, knock on my door"

Mensagem por Georgina Stark em Ter Set 17, 2013 8:49 pm



 
   
   
 
 

   
 

Standin' in the eye of the Hurricane...
   

Mike | Quarto| Noite.


Ah Deus, como era difícil largar dessa obra divina que você criou. Georgina falou mentalmente, em mais um de suas conversas com o Criador, de repente, ela percebeu que era mais fiel a Deus do que jamais imaginou, o que era meio ridículo da sua parte, já que ajuda divina era uma coisa que ela nunca viu na vida. Voltando ao que interessa, Georgina soltou seus braços de Mike e saiu da moto, já sem tantas dificuldades como da primeira vez, a casa dos Morrisson’s não era tão nova para a loira, afinal, ela passou alguns momentos naquela casa.

Momentos nada parecidos com o que estava acontecendo naquele momento.
Michael abriu a porta para Georgie entrar e assim fez, negando com a cabeça ao ouvir o comentário dele, bagunça? Bagunça era o quarto de G as sextas-feiras, a casa dele estava ótima. Evitou pensar que ela estava indo para o quarto de Mike, honestamente ela não tinha muita fé de que aconteceria alguma coisa ali, principalmente depois do lago, huh, isso era tão frustrante que ela preferiria ter batido a cabeça com mais força e só acordar daqui uns meses.
Se viu sozinha por alguns instantes e abusando da boa vontade de Mike ela se sentou na cama dele, sentindo seus pés gritarem em agradecimento, mordeu o lábio nervosa. Não demorou e Mike apareceu com um kit de primeiros socorros, Georgie abriu a boca para argumentar que isso tudo não era realmente necessário, mas se deteve, ela queria uns minutinhos a mais com Mike, cuidando dela. Por mais idiota que seja a situação, ver a preocupação dele foi ... Reconfortante, pelo menos se ele a achava uma completa zero, ao menos tinha compaixão por ela, ou dó...
Deixou seus pensamentos para depois, sabe-se lá o que Mike iria passar no seu rosto, e Georgina esperava que não fizesse nenhum mal ou ardesse, numa atitude infantil de sua parte, ela fechou os olhos, os punhos, franziu a testa e esperou.
...E nada.

Primeiro ela pensou que ele fosse rir novamente, depois pensou que ele estava ocupado com alguma outra coisa que o chamou a atenção, preocupada, G abriu os olhos. Provavelmente a loira tinha um coração forte, pois lá estava Mike, a encarando com uma expressão estranha, com aqueles olhos esverdeados que naquela iluminação do quarto parecia ainda mais vivo e quente. Apertou os lábios e o encarou, e quando não conseguiu mais o peso que aqueles olhos exerciam sobre ela, Stark abriu a boca.
- Michael, eu não sei o que você está vendo aí de grave, e certamente duvido que eu realmente queira saber, então para poupar constrangimento de ambas as partes, só... Faça logo, ok? – Michael piscou e de repente pareceu super focado no que estava fazendo, parecia que ele estava desarmando uma bomba que poderia explodir a qualquer momento, ele comentou que estava horrível a situação, e que provavelmente teria que dar muitos pontos, também falou que ela provavelmente precisaria de doação de sangue para voltar a viver e de enxerto de pele, depois do comentário, Georgie fez uma careta e sorriu, sentindo-se um pouquinho melhor. Também se perguntou de onde ele tirou essa ideia de enxerto de pele. Mike parou o trabalho e deixou a caixinha em algum lugar próximo a cama, G não viu muito bem, estava ocupada demais encarando Mike. – Acabou? – Murmurou a loira. Não, não, não... Não diz que acabou. Não quero que acabe.
Talvez houvesse uma concordância mutua em relação a isso. – Você tem certeza? – Georgie falou novamente. Mike não havia se afastado, e ela não queria que isso acontecesse, mas só por via das duvidas, se aproximou mais dele e viu que o loiro ergueu uma sobrancelha, não sabia se aquilo era uma pergunta, surpresa, satisfação ou concordância, só sabia que ela estava tão próxima dele que foi como um milagre ela não ter começado a falar que nem uma miserável. Ah, ela já se sentia desesperada apenas quando estava assim, perto de Mike, imagine só sentada na cama dele, com uma roupa curtíssima. Mas G esqueceu os comentários anteriores, pois naquele momento Mike abriu um sorriso, daqueles sorrisos que você mataria para receber, sabe? Totalmente direcionado para você e por sua causa, começava pelo canto e se abria só um pouco, o suficiente para o sorriso atingir os olhos, P.S. sorrir com os olhos também era um bom sinal. Poderia ser totalmente sem sentido para Mike ou qualquer outra pessoa, mas para Georgie? Oh, Georgie sabia que aquele sorriso seria seu passaporte para o paraíso, como também sua perdição.

E foi assim que tudo recomeçou, e quando G se deu conta, estava com seus lábios colados nos dele, e era como estar no olho de um furacão, uma confusão completa, sem tirar nem por, mas ao mesmo tempo estar lá, no meio da confusão toda que se podia ver o céu livre de nuvens, limpo e cheio de estrelas. Respirou fundo, sentindo ela acelerar novamente, seu coração bombear o sangue a deixando elétrica e eufórica, num impulso mordiscou o lábio de Mike, que balançou a cabeça, Georgie não pode evitar de sorrir para Mike, ainda sem desgrudar os lábios, sentindo seu corpo clamar por algo que ela tinha acabado de descobrir que só ele tinha, e huh, Georgie poderia beijar Mike até cair e ainda sim não seria o suficiente.
- Michael... – Começou novamente, mas se deteve, ela não iria travar outra vez, iria? Respirou fundo. – Deus... Eu... Eu. Por que você está fazendo isso? – Disse repentinamente, interrompendo o beijo, encarando Michael, com a expressão de uma garota insegura e sem nenhum amor próprio. – Digo... Você poderia ter todas as garotas daqui, não é? Porque eu- – Parou o que estava falando. Talvez ele esteja ali pois já havia enjoado de todas da cidade, e estava procurando carne fresca, em todos os sentidos, Georgie bufou, indignada com o que havia acabado de falar, novamente havia estragado tudo. – Ah, Droga, droga... – Murmurou, tomando todo o cuidado do mundo para não cair da cama dessa vez. Tentou não chorar, chorar de vergonha por ser tão estupida e cometer o mesmo erro duas vezes naquele dia.

Sentiu que sua saia ficar pesada e ela voltou para a cama como se estivesse sendo puxada por um elástico, caindo meio sentada, meio deitada. Observou na mesma hora o zíper de sua saia a preso a cama de Mike, arregalou os olhos, chocada. – Puta que ... – Parou, ficando roxa de vergonha e nervoso, ignorou Mike que tentava ajudar. – Não, tudo bem, eu estou bem... Eu estou bem, e só preciso me esconder até o próximo século e tudo vai ficar bem, sério mesmo. Eu estou bem. – Parou e respirou fundo, ouvindo Mike, sem um pingo de coragem para olhar para ele.




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Re: "Tap on my window, knock on my door"

Mensagem por Michael Morrisson em Sex Out 04, 2013 9:01 pm

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Se a situação não fosse, no mínimo, cômica, Michael provavelmente estaria muito irritado no momento. Mas esse não era o caso, quer dizer... todas as expressões de Georgina estavam fazendo algo dentro dele meio que aparecer, tornando impossível para ele esconder a fascinação em forma de sorriso e até mesmo parar de olhar para ela tornara-se difícil. Estava começando a soar como Oliver falando da ruivinha e tentou desligar aquela parte incômoda do seu cérebro que falava que ele deveria deixar Georgina se virar sozinha. Patético, não? Ele também achava, até porque pelo amor de Deus, ele era Michael Morrisson, não se importava com garotinhas do secundário – Heaven era um belo exemplo disso – e nem queria começar a fazê-lo, de modo que estava ficando confuso demais com aquilo tudo. Georgina, apenas por continuar ali, parada, esperando ele terminar de cuidar dela, estava o confundindo mais do que tudo. Michael não fora feito para pensar, ponderar e refletir. Ele apenas... Fazia. E que se dane as conseqüências, sempre fora homem o suficiente para lidar com seus problemas pessoais, mesmo que com a ajuda de uma garrafa de cerveja e algumas noites mal-dormidas fumando e tocando sua guitarra.

Tratou de tirar aqueles pensamentos da cabeça, até porque estava começando a estranhar essa conversa consigo mesmo. Paul era o cara que fazia esse tipo de coisa. Deu um meio sorriso quando Georgina perguntou como estava e a manteve quieta enquanto terminava de limpar o machucado. Obviamente Michael a assustou, apenas pelo prazer de ver aquele rostinho delicado com uma ruga de horror entre as sobrancelhas bem delineadas da Stark. – É, tá bem feia a situação, mas depois de algumas cirurgias, enxertos de pele e algumas transfusões de sangue acho que você sobrevive, Stark. – deu um meio sorriso e quando a loira sorriu-lhe de volta Michael apenas... Teve vontade de agarrá-la. A loira pareceu ler seus pensamentos e aproximou seus rostos depois de um ou dois minutos. Michael levantou uma sobrancelha, pesando os prós e os contras.

Ela tinha acabado de dizer não para ele e mesmo assim... Agora estava se oferecendo? Vá entender essas mulheres, são todas malucas, pensou, irônico, não confiando em si mesmo depois de tudo aquilo. Se ela realmente quisesse aquilo, que desse um sinal mais claro, porque Michael não era o tipo de cara que gostava de ser rejeitado. Qual era aquele ditado mesmo? Fool me once, shame on you. Fool me twice, shame on me. Por esse motivo ele apenas continuou encarando Georgina, esperando a droga do sinal dela, mas seu autocontrole estava se esgotando.

Quando ela fechou os olhos levemente, Michael revirou os olhos para si mesmo e segurou a garota entre os braços, beijando-a rudemente. Droga, ele queria fazer aquilo desde que chegaram à casa mas tinha que ser pelo menos um pouco respeitável, até porque ela não era qualquer uma e ele não queria forçar nada. Mas Georgina... Ela estava destroçando todas as barreiras do Morrisson. Ele estava louco para acabar com aquilo tudo ali mesmo, sem se importar com quem fosse chegar ou com as vontades da loira. Aprofundou o beijo, fazendo questão de passear as mãos rudemente pelos cabelos de Georgie, puxando de vez em quando e sentindo a respiração ofegante da garota em seu rosto ao morder seu lábio de leve. Ele gostava. Não, ele não gostava... Ele estava adorando aquilo tudo. Mais do que estava pronto para admitir. Ao começar a deitá-la na cama, no entanto, Georgina travara outra vez.

Cara, essa garota ainda ia matar ele do coração. Sempre interrompia ele quando estavam quase chegando lá. Estava começando a maquinar outras formas de pegar a Stark de jeito, sem deitá-la – porque parecia que era o que travava ela, e ninguém queria que Michael ficasse irritado, certo? – quando a loira o empurrou levemente, fazendo com que ele se afastasse, pouco frustrado. Passou as mãos pelos cabelos, tentando se acalmar, mas era difícil, sentindo o gosto sutil da loira ainda em sua boca. Bufou levemente, tentando não aparentar estar mais puto do que realmente estava. E, só para constar: Mike estava muito puto.

Ao escutar o que Georgina falara, Michael praticamente teve um acesso de risos. Por que ela? Nem ele mesmo sabia. E também não falaria que aquilo tudo não passava de uma aposta, até porque não era só por isso que ele estava ali, com ela. Não, não, não. Era algo mais complexo do que isso, mesmo o Morrisson não entendendo o ponto daquilo tudo. Por que Georgina estava fazendo aquele tipo de pergunta? Pra quê estragar o clima bom que estavam tendo? Michael negou com a cabeça, desarrumando o curto cabelo loiro escuro, tentando inventar algo que não fosse nem piegas demais nem ogro demais. Não sabia como responder a garota. Não sabia nem como responder a si mesmo. O que ele queria com ela? Ugh, aquilo estava começando a lhe dar dor de cabeça. Pensar muito nunca fora uma das qualidades que o Morrisson tinha.

Ter mais álcool do que sangue correndo nas veias? Confere. Ser o único que conseguia peitar a Juíza Morrisson? Confere. Ser o único que conseguia irritar Oliver sem piscar duas vezes? Confere. Conseguir passar raspando em todas as matérias da escola? Confere. Ser o cara mais ogro e idiota que conseguia todas as mulheres que queria? Confere. Pensar muito? Não confere.

Passou as mãos sobre o rosto, tentando achar algo que prestasse. Qualquer coisa. Sua sorte foi que Georgina se cortou logo depois, mandando-o esquecer o que tinha dito. Ou melhor, seu azar, porque ela estava se levantando. – Digamos apenas que eu tenho meus motivos. – Michael conteve a bufada repentina, sendo substituída por uma risada ao perceber que a garota tinha preso o zíper da saia na cama dele.

- Ta vendo, Stark? Alguém quer que você fique aqui. –
deu um meio sorriso, ainda rindo da expressão envergonhada de Georgina. Ele era realmente um desgraçado. – Agora você vai ter que tirar a saia, de qualquer forma. – piscou, aproximando-se da garota, que se recusava a olhar para ele. Apoiou as mãos, uma de cada lado do corpo esguio da Stark, nivelando seus rostos. Sorriu ao perceber que ela estava ficando mais vermelha ainda. Era bom saber que ainda causava aquele efeito nela. Parecia certo. Parecia... Mike interrompeu o próprio pensamento, levantando o queixo da garota com uma das mãos, obrigando-a a olhá-lo. – Relaxa, você não é a primeira e tenho certeza de que não vai ser a última a prender o zíper da saia na cama de um cara. Experiência própria. – piscou para ela, e, da distância que estavam, Michael conseguia observar todos os detalhes do rosto corado da loira. Tentou não se sentir um canalha por estar ali por causa de uma aposta, mas que se dane. Ele não seria aquele que iria mentir para ela. Omitir... Talvez.

Talvez Michael estivesse se divertindo com a Stark. Não... Definitivamente ele estava se divertindo. Ela tinha tantas manias, era tão travada. Era tão especial à sua maneira e ele estava começando a se arrepender de tentar macular aquela pureza estranha e afobada da garota à sua frente. Ainda tinha tempo para deixá-la ir, antes que acabasse ferrando não só com o corpo, mas também com a alma dela. É, Michael conseguia ser um pouco mais altruísta às vezes.

Foda-se o altruísmo. Você quer ela, admite logo, otário.
, uma parte da sua mente apontou e ele, relutante, teve de concordar.

Por isso, quando voltou a olhá-la nos olhos – verde-jade no azul elétrico – não conseguiu se segurar e deixou-se beijar a loira, segurando seu queixo com uma das mãos e com a outra passeando novamente pelas costas da garota, tirando o cabelo do caminho e se afastando apenas o necessário para que conseguisse falar. – Não vou fazer nada que você não queira, Georgina, mas só para constar: Eu quero muito isso. – sussurrou no ouvido da garota, mordiscando o lóbulo da orelha dela e escutando os suspiros mal-contidos da Stark, arranhando levemente a frágil pele do pescoço desnudo com os dentes. Demorou algum tempo naquela parte. Só Deus sabia como ele queria terminar logo o serviço, aliviar a tensão que estava sentindo dentro das calças, mas ele não faria nada sem o consentimento verbal da garota. Nada que a marcasse para sempre e que ela fosse se arrepender depois.

Talvez um pouco de ética estivesse começando a entrar na cabeça de Mike. Um pouco de juízo também, mas nada significativo. Ele ainda continuava sendo o mesmo idiota de sempre.

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Re: "Tap on my window, knock on my door"

Mensagem por Georgina Stark em Dom Nov 17, 2013 10:10 pm



 
   
   
 
 

   
 

I'm Electra, I'm Electra Heart
   

Mike | Quarto| Noite.


...Experiência própria. – Sim, é claro que ele tinha experiência. E G estava na estaca zero, ela nunca havia beijado um garoto daquela forma, ela nem sequer já quis beijar algum garoto daquela forma. Era tudo novo, será que ninguém entendia que ela estava aterrorizada? Talvez seja meio obvio isso. Mas ela queria ter a coragem de fazer tudo aquilo até o final, sem medo, nem arrependimentos, achava que por ser virgem era ainda pior, se não fosse não tinha duvidas que já estaria de pernas abertas para o loiro faz tempo, afinal, o pior já havia passado. Mas no caso de Georgie, ela ainda estava no estado imaculada.

Mike a beijando daquela forma não estava ajudando em nada a raciocinar, muito menos respirar, ela nem sabia como falar, tudo que ela conseguia era sentir o toque em seu corpo, ela não sabia que um toque poderia ser assim... Tão... Sexy, tão arrebatador, ela sabia exatamente o que tinha que fazer, mas ela ainda estava presa na sensação dos lábios de Mike na sua pele, os dentes roçando, trazendo um arrepio que quase partiu a loira em duas. Ah, como ela podia ser forte quando Michael Morrison estava dizendo no seu ouvido, da forma mais baixa e injusta, que ele a queria?

Reprimiu um gemido, não sabia se era de prazer, agonia ou redenção. Talvez tenha sido um pouquinho dos três, e ela sabia que iria se arrepender disso, mas como se arrepender de algo que anda querendo a tanto tempo? Não, não é como se ela fantasiasse coisas eróticas com Mike, o máximo era imaginar que eles namoravam, ela imaginava que existia amor, daquele que te faz sorrir o dia todo sem razão alguma. Aquilo ali não era como ela imaginava, pelo menos da parte dele, ela não sabia o que isso significava para ela, mas Georgie não podia voltar atrás, ou fim da linha.

- Droga Michael.Eu também quero, muito. Disse e completou mentalmente, girando o pescoço, chocando seus lábios no dele, sentindo o prazer de ter as mãos dele sobre seu corpo, passou a mão no pescoço do loiro, fazendo com que ficassem ainda mais próximos, ela mesma puxou o zíper de sua saia, sem parar por um segundo de beijar Mike.

Quando a loira deu-se por si, estava inclinada sobre um Mike sem camisa, com cada uma das pernas em um lado do corpo dele, usando somente um top, calcinha e seu salto, parou um segundo, trouxe as madeixas longas para trás, as jogando de qualquer jeito e olhou para Mike, que abriu a boca e a fechou novamente. Georgie riu, até que tudo girou e ela quem estava deitada na cama, sem muito o que fazer, além de sentir tudo o que estava acontecendo.

Palmas para Mike e toda a sua... Experiência.

Ela já não estava bêbada, pelo contrario, ela nunca se sentiu tão acordada como agora, seu corpo estava elétrico, atento a cada toque, a cada sensação, cada movimento, sentia seu corpo acordado como nunca.  

Mike havia dito que não faria nada que ela não quisesse, e vejamos, a lista do que ela queria que ele FIZESSE a ela era enorme, e a que não fizesse era somente que não parasse. Não sabia se falava, na verdade ela acreditava que não havia necessidade de dizer nada, seus atos diziam mais do cem palavras, e se tinha uma coisa que Mike sabia, era linguagem corporal.

Desceu a sua mão pelo corpo dele, sentindo tudo em boa forma por mais preguiçoso que Mike parecesse ser, Georgie abriu os olhos e o encarou enquanto ela fazia os próximos atos, ok, muita calma para não tremer a mão na hora de abrir o botão do jeans de Mike, já não bastava todo o drama, não precisava mais um, beijou novamente o loiro, e desceu o zíper e em poucos segundos ele já não estava a vestindo mais, sentiu a mão dele subir por seu corpo, indo em direção ao seu crossed, respirou fundo. – Mike... – Disse, ele apenas murmurou alguma coisa e continuou. Georgie segurou a sua mão, fazendo com que ele a olhasse com um certo desespero. – Antes, eu quero que você tire meu salto. – Falou simples, a verdade era que, ela não se imaginava parando tudo só para soltar os pés do pequeno monstrinho de treze centímetros que tinha no pé, então, nada melhor do que colocar o homem para fazer esse trabalho.

Respirou fundo, recobrando seu folego, descansou a mão no rosto de Mike. – Eu sei que você sabe ser criativo Michael. – Riu e ergueu lentamente uma perna, não entendendo de onde vinha toda aquela audácia de si mesma.




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Re: "Tap on my window, knock on my door"

Mensagem por Michael Morrisson em Sab Nov 23, 2013 6:04 am

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I know we're only half way there But you can take me all the way You can take me all the way I really wanna touch somebody
Não sabia dizer se estava mais chocado por Georgina ter aceitado ficar com ele ou se ela tinha parado aquilo tudo por causa de um sapato. Qual é? Michael não iria se importar com esse andaime de treze centímetros, mesmo que acabasse o machucando. Aquilo tudo era realmente necessário? Sentiu-se injustiçado quando sentiu os dedos finos sobre a pele da sua bochecha esquerda, acariciando levemente o refúgio. Não conseguiu deixar de engolir em seco e fechar os olhos, apreciando o toque sutil da loira, vale salientar... Um toque sutil que fez estragos muito sérios muitos centímetros abaixo.

Droga, Georgina, xingou, mentalmente, negando com a cabeça. Vê-la, ali, quase que completamente nua, inteiramente dele, de pernas abertas e suada fazia horrores com seu autocontrole. O loiro não conseguia se ver fazendo qualquer tipo de ação que não envolvesse levar aquela menininha até o céu, e, no processo, acabar com aquela tortura que estava se impondo. – Você é maléfica, Stark – afirmou, fazendo uma careta se inclinando-se sobre ela, passando uma das mãos pela perna levantada da loira, sentindo-a arrepiar-se enquanto progredia, aproximando-se cada vez mais da parte que realmente o interessava. Ela estava o matando com aquilo. Negou com a cabeça, beijando a Stark nos lábios e descendo os beijos pelo seu maxilar até chegar à alça do cropped da garota, mordendo-o e deslizando-o sobre o ombro esquerdo dela ao mesmo tempo em que massageava a parte interna das coxas de Georgina.

Não estava afim de tirar o sapato dela, mas assim que terminou de abaixar as alças do cropped, ergueu-se sobre ela e, com a maior calma possível, descalçou-a, não querendo machucar aquele ser que agora parecia tão... precioso, completamente disposto para que ele pudesse fazer o que bem entendesse com ela. Michael respirou fundo, erguendo os olhos ironicamente para ver se a loira finalmente estava satisfeita, afinal, era apenas uma questão de tempo até que arranjasse alguma outra desculpa para não seguirem o que estavam fazendo. Por um lado ele meio que entendia toda aquela vergonha, era sensato. Mas por outro...

Interrompeu seu pensamento, abaixando as calças sem cerimônias. Georgina não parecia estar em suas melhores condições físicas, e ele não sabia se ela estava pronta para fazer aquilo, mas Mike era egoísta. Ele a queria. Muito. Diabo, por que estava subitamente tão incrivelmente quente naquele quarto? Negou, olhando atentamente para Georgina, buscando ver se ela iria dar para trás de novo. – Meu Deus, você vai acabar me matando, loirinha. – murmurou, cerrando os dentes, e voltou a beijar a garota, apoiando-se em um cotovelo enquanto sua mão puxava e embaraçava os cabelos cheirosos e macios que só a Stark conseguia ter.

Ele estava louco, e a inexperiência da Stark, única coisa que deveria segurá-lo um pouco mais, era um dos seus maiores afrodisíacos. Michael mal conseguia falar, comunicando-se através de grunhidos, quando finalmente desceu o rosto o suficiente para que encarasse a calcinha negra que Georgina estava usando. Maldita calcinha, que estava o impedindo de fazer o que queria. Ergueu o olhar para a loira, encontrando os olhos azuis frenéticos, como em um pedido silencioso, ou nem tanto assim já que ela estava fazendo alguns barulhos que só deixaram o Morrisson mais excitado do que já estava. Levantou uma das sobrancelhas, abaixando um pedaço da calcinha e começando seu trabalho ali. Assim que encontrou o clitóris inchado de Georgina, soube que, céus, ele precisava acabar com aquilo.

Então, deu um último olhar para Georgie, abaixando a cueca e vestindo a camisinha que encontrara jogada em um canto do quarto, tentando manter a mão firme enquanto o fazia, mas diabo, ele queria mesmo era que ela fizesse aquilo nele. Por mais sujos que seus pensamentos fossem, não tinha como evita-los. Nem se quisesse com todas as suas forças. – Eu vou tentar não te machucar, ok? – acalmou a garota, posicionando seu membro na entrada do corpo de Georgina, esperando a sua última chance de não aceitar aquilo, de tacá-lo do outro lado do quarto e fugir dali, mesmo porque as intenções de Michael não eram completamente puras, mas quando Georgina assentiu, fincando as unhas nos seus braços, Michael não conseguiu reprimir o sorriso satisfatório que chegou à sua boca.

Ela era dele. Dele. A palavra soava bem em sua cabeça. Tinha vontade de grita-la para que todos os fodidos de Eufaula escutassem.

Posicionou-se e, lentamente, entrou no corpo de Georgina, sentindo seu membro praticamente gritar enquanto era esmagado pela cavidade da loira. – Merda, Georgina! – Estava com uma puta vontade de gritar de prazer, e aumentar o ritmo, mas não queria machuca-la. Era tudo que não queria. Escutava Georgie arfar enquanto ele entrava e saía, em um ritmo lento, sentindo o suor formar em ambos os corpos. Aproximou o rosto da garota, apenas para beijá-la sem pudor, quando sentiu que ela não aguentaria mais. – Relaxe. – pediu, mordendo levemente o lábio inferior da garota antes de ela gozar.

Antes mesmo dele gozar. Michael soltou um sorriso de canto, vendo a garota completamente entregue a ele. Podia se acostumar com aquilo. Como não se acostumaria aquilo?

Quando se desfez da camisinha usada, voltou ao quarto, encontrando Georgina ainda meio zonza por causa do esforço, e se sentou ao seu lado na cama, encarando o quarto ao redor deles. Tudo o que conseguia pensar era em que deveria pelo menos ter dado algum tipo de jeito ali, vendo algumas palhetas, e outros objetos jogados pelo chão. Negou levemente, por fim olhando para a loira. Não sabia o que falar para ela. Uma vontade incompreensível de beijá-la o tomou, e Mike corresponderia seus instintos, mas estava pisando em campo minado ali. Primeiro ele queria que ela dissesse alguma coisa. Georgina estava começando a preocupa-lo não falando nada.

- Hey, Stark... Você tá bem? – perguntou, meio incerto, tirando uma mecha loira do seu rosto e encontrando o rosto corado da garota, fazendo com que a vontade de toma-la novamente se intensificasse cada vez mais. Mas droga, Michael, você acabou de transar com ela e a menina é virgem, deixa de ser ninfomaníaco, cara. Mordeu o lábio, seu eu interior estava certo, mas Georgina apenas... mexia com ele. Ele queria toma-la tantas vezes quanto fosse possível. Não era mais por causa da aposta, mas porque... porque ele queria ela. Ele a desejava mais do que qualquer barril de cerveja que pudesse beber, e, sejamos sinceros, sabia que nem Oliver tinha grana suficiente para pagar as noites de bebedeira do amigo.

E depois de ter experimentado dela, não se sentia disposto a experimentar outras. Mike saberia explicar se realmente tivesse prestado atenção às aulas de química e biologia no ensino médio, coisa que provavelmente Georgina fez, só então saberia explicar o que ele queria dizer, realmente, mas não conseguia.

Só sabia que tê-la ali, entre seus braços, parecia muito certo.

Esperou até que ela dormisse e a acomodou na cama, vestindo alguma roupa e indo fumar um cigarro na varanda do quarto, quando escutou o celular de Georgina vibrando. Muitos diriam que o Morrisson era um babaca curioso, por isso ele deu uma última tragada na substância antes de entrar no quarto, pegando o celular com uma das mãos e encontrando as vinte chamadas não atendidas com a foto de Nymeria, a irmã de Georgina, no visor. Soltou um riso baixo. Nymeria o odiava desde que ele mascara chiclete e tacara no seu cabelo, no sétimo ano. Ela iria simplesmente adorar saber que Georgie estava na casa do Morrisson.

Deixou o celular de Georgina no mesmo lugar ao mesmo tempo em que recebeu uma mensagem breve de Oliver, convidando toda a banda para um café da manhã na casa dele. Ah, é, a viadinha russa era prendada e provavelmente ia fazer algum tipo de comemoração pelo sucesso do show. Mike preferia que fosse algo envolvendo bebidas, mas sabia que o idiota do amigo precisava se manter sóbrio, então apenas bufou, lembrando-se de Georgina.

Foda-se, ele iria levar a garota. Não iria expulsá-la dali. Especialmente depois do que fizeram.

Por fim deitou-se ao seu lado e ficou encarando a adolescente dormir. Cara, ele estava tão ferrado... Nymeria era problema, mas Mike iria adorar peitar aquela magrela autoritária. Soltou um sorriso de canto irônico antes de adormecer, ao lado da Stark.


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Re: "Tap on my window, knock on my door"

Mensagem por Georgina Stark em Seg Dez 02, 2013 3:53 pm



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Re: "Tap on my window, knock on my door"

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