Eufaula , uma pequena cidade no interior do Alabama, uma população de um pouco mais de 13 mil habitantes. Como em todas as cidades pequenas as fofocas sobre todos correm soltas em Eufaula, existe um rol de mal- falados na cidade que vivem sobre intrigas dos vizinhos que desaprovam cada atitude destes. Em um lugar onde todos se conhecem não se é permitido cometer grandes deslizes, afinal ninguém gosta de estar na boca do povo, correto?
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Cause we're broken

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Cause we're broken

Mensagem por Henry Hoffman em Qua Ago 28, 2013 4:39 pm



Dados da RP

Particpantes: Henry Hoffman, Heaven Schreave and Faith <333333
Clima: Clima ameno.
Dia: Primeira semana de Março de 2013, início das aulas

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Re: Cause we're broken

Mensagem por Henry Hoffman em Qua Ago 28, 2013 5:53 pm

Save Me
Now that I know what I'm without
You can't just leave me
Breathe into me and make me real
Bring me to life
It made me compromise


Ao longe, Henry escutava um irritante e agudo barulho que simplesmente não cessava. Nunca. E isso o estava deixando levemente irritado. Que diabos era aquilo a aquela hora da manhã? Todos ainda estavam dormindo e nada mais do que justo não é mesmo? Depois de toda a correria do dia anterior, de trabalho, e escola... Uow! Abriu os olhos ainda sonolento e desligou o despertador.

Virou para o lado e puxou as cobertas para cima de sua cabeça numa inútil tentativa de parar o tempo e poder dormir mais um pouco sem que isso o fizesse chegar atrasado para suas aulas. Mas foi completamente inútil, é claro. Seu pai bateu na porta do quarto poucos minutos depois obrigando-o a se levantar e fazendo com que fosse impossível fingir que não estava mais acordado.

Se arrumou o mais rápido que pode e comeu um pouco de waffles que seu pai estava fazendo. Olhou para o relógio e falou um palavrão e logo foi repreendido; murmurou um pedido desculpas ainda sem acreditar que se não fosse rápido iria chegar atrasado. Afinal de contas, havia ficado deitado durante quanto tempo naquela cama? Ah, mas isso não importava muito no momento, o que importava eram as horas e como elas pareciam correr sempre contra Henry. Fazendo o tempo passar mais rápido do que deveria assim como as oportunidades que pareciam voar diante seus olhos sem ele ser capaz de notar ou tomar alguma atitude em relação a isso.

Jogou sua mochila em seu ombro de qualquer jeito e pegou as chaves de seu (pequeno, velho e feio) jeep e foi direto para a escola sem parar em nenhum local, tirando, exceto, os semáforo.

Passou por entre os estudantes sem prestar muita atenção neles, até porque conhecia a cara de cada um, e se ele não conhecia, então essa pessoa ou a) não era importante ou então b) nunca havia tido algum tipo de contato com Audrey. Mas isso realmente não era algo de suma importância nesse momento.

Decidiu procurar pelos livros que iria usar naquela manhã, mas não conseguia achar. Onde diabos ele havia guardado seu livro de biologia? Daqui a pouco sua aula iria começar e Henry não fazia a mínima ideia de onde tinha guardado aquele livro. Ah, cara, se sua manhã já estava começando desta maneira, ele nem queria saber como seria  resto de seu dia, mas ele tinha uma leve sensação de como seria: um grande pé no saco.

Levantou seu braço direito a fim de olhar as horas e certificar-se de que ainda tinha algum tempo. Faltava apenas dez minutos para achar aquele livro que estava perdido, guardá-lo e sair correndo para a sala de aula a fim de tentar não chegar atrasado na aula e nem ficar ouvindo sermão desnecessário da senhora Reed. E se fosse rápido o bastante, chegaria antes dela e livraria-se também de uma detenção.

Só de imaginar em ter que ficar uma hora a mais com a senhora Reed após suas aulas acabarem o deixavam completamente desesperado.

Estava para jogar todas as suas coisas no chão e começar a esparramá-las ara ver se assim achava mais o fácil o que precisava quando enfim encontrou o que tanto queria! Vibrou e pegou o livro rapidamente dando-lhe um beijo como se o livro fosse quase algo sagrado e que tivesse salvado sua vida de uma morte bem lenta e dolorosa. Jogou o livro em sua mochila sem se importar muito se isso iria amassar alguma folha ou qualquer coisa do tipo.

Arrumou a alça de sua mochila no ombro e antes que pudesse dar o seu segundo passo uma voz o chamou. Olhou em volta para ver quem era, já que não havia reconhecido a voz da pessoa e consequentemente não sabia se podia ignorá-la ou não. Deparou-se com uma jovem ruiva. Por favor, ênfase na parte "ruiva". Seus olhos verdes eram gentis e suaves e pareciam brilhar; sua pele era branca como o leite e saber muito bem como e porque, Henry tinha certeza absoluta que ela seria macia ao toque, quase como se já a tivesse tocado. Era quase demais para suportar.

Mas afinal de contas, o que as ruivas daquele lugar tinham feito para chamar tanto a atenção de Henry?

Ele piscou os olhos algumas vezes e reparou que havia uma garota morena acompanhando a -ruiva. Conhecia aquela outra garota, apenas não estava lembrado de seu nome, mas ele com certeza se lembrava dela. Porque tantas pessoas pareciam surgir quando se está no último ano escolar? - Oi... - Olhou-a com olhos semi cerrados, sem conseguir compreender o porque de uma estranha o estar chamando.

Queria dizer a ela que ela estava enganada, que era 99% de chance dela ter confundido Henry, ele, Henry Hoffmann com algum outro Henry, mas ela estava tão empolgada e tinha aquele cabelo que lhe partia o coração. Ele estava sem reação, não conseguia falar ou pensar algo decente e no fundo ele sabia que sua falta de testosterona se devia a aquela aparência.



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Re: Cause we're broken

Mensagem por Faith Claremont em Sab Ago 31, 2013 11:25 pm


I'm a fool for love
Click. Click. Click. Uma mulher um pouco mais baixa que si andava de um lado para o outro, sem parar, com aqueles saltos finíssimos pelo chão de mármore da secretaria. Já fazia um pouco mais de meia hora que estava ali, e mesmo assim a mulher sequer digira um olhar para ela. Estava prestes a oferecer ajuda – mesmo que não tivesse ideia do que a morena precisava, quando os cliques do salto simultaneamente pararam. Soltou a respiração que nem percebera estar segurando com alívio. Aqueles malditos saltos estavam começando a irritá-la.
- Desculpe, querida... Qual é o seu nome mesmo? Enfim. Estou um pouco ocupada agora... – Sorriu condescendente para a moça, como se soubesse exatamente pelo o que ela estava passando, quando na realidade não conseguia nem entender o porquê de uma escola tão pequena estar tão atolada. Pelo o que Heaven dissera antes de empurrá-la para dentro da secretaria e sumir entre a multidão de estudantes, aquela era a única escola na cidade, o que não significava nada já que Eufaula era uma cidade absurdamente pequena.
- Faith. Faith Claremont. Não quero interromper, de verdade – De verdade. Os sorrisos de plástico que a mulher exibia, em conjunto com o excesso de maquiagem e os saltos barulhentos, não eram exatamente o tipo de coisa que a deixava confortável. Se inclinou para frente, procurando discretamente com o olhar por qualquer outra pessoa que aparecesse magicamente ali e a ajudasse. – Eu só vim buscar os meus horários. Sou do último ano. –
Tão rápido quanto cessara, os cliques demoníacos voltaram à ativa. – Aluna nova, huh? Tudo bem, tudo bem...  – Ela procurava com as mãos livres numa pilha de papel, enquanto balbuciava repetidamente os seus “tudo bem” como um mantra.
- Aqui! – A moça respondeu, feliz com a sua pequena vitória. Faith deu um passo em direção a ela, feliz porque finalmente sairia daquela saleta claustrofóbica.
- Obrigada.- Sorriu, acenando com pressa, enquanto se dirigia com passos rápidos para fora dali, suspirando assim que fechara a porta.
Olhou para o papel amassado e sujo nas pontas de café em suas mãos, franzindo as sobrancelhas tentando pensar em quais aulas teria as amigas como companhia. Aliás, onde estavam as suas amigas? Levantou os olhos, procurando por qualquer rastro de Holly ou Angel, quando uma morena arrancou o papel de suas mãos, com um sorriso convencido no rosto. Os olhos azuis de Heaven rondavam as letrinhas escritas ali várias e várias vezes, bufando.
- Acho que não temos nenhuma aula juntas, se é isso o que você está querendo saber. –
Pegou o seu papel de volta, sorrindo para a amiga. – E posso saber por que você me deixou sozinha dentro daquele inferno de lugar? –
Heaven deu de ombros, respondendo qualquer coisa  sem realmente prestar atenção. E então Faith sabia que a garota já não estava mais nesse mundo, provavelmente pensando na sua fonte de alegria – um tal garoto que fazia parte de uma tal banda. Até agora não conseguira gravar o nome do homem, mesmo que Heaven fizesse questão de repeti-lo centenas de vezes por dia. Pressentindo que a morena começaria a contar qualquer novidade que viesse do garoto, respirou fundo, pedindo para que ela lhe acompanhasse até a sua próxima aula, agradecendo mentalmente a Deus por estar faltando uns poucos minutos para o sinal tocar.
Ela começou falando sobre como desconfiava que o cara estivesse se adaptando a um novo penteado de cabelo – sabe-se lá como ela descobria esses tipos de coisa, parando de andar quando ficava muito perdida em pensamentos. Não estavam estabelecendo uma conversa ali, era mais um monólogo estranho e cheio de guinchos da morena, enquanto ela mesma ficava pensando onde é que ficava a droga do seu armário, xingando a mulher dos saltos vermelhos mentalmente.
E foi então que o viu.  Não conseguia dizer como, já que fazia um bom tempo que sequer ouvia a voz dele, mas o reconheceu imediatamente. O mesmo corte de cabelo, o mesmo jeito desajeitado, os mesmos olhos. Tinha que ser ele. Não é?
Ficou estática, no meio do corredor, sem saber muito bem o que fazer com o seu corpo.  Quer dizer, o que poderia fazer? Aproximar-se como se todos esses anos tivesse sido um mero detalhe, e que nada tinha mudado? As coisas tinham mudado. Sem falar que ele nem a reconheceria. Claro que não. Porque reconheceria? Não sabia nem o porquê de ter reconhecido ele. Ou pelo menos era nisso que estava tentando acreditar, enquanto sentia seu estômago de forma clichê e ridícula revirar-se e seu coração palpitar tão rápido quanto estaria se tivesse corrido meia maratona.
Quando voltara para Eufaula estava cheia de esperanças ridiculamente otimistas. De que ele a reconheceria, de que voltariam a ser amigos como antes, e às vezes até mesmo se permitia imaginar que ele gostaria dela. Acharia ela bonita ou sei lá mais o quê. Eram sonhos. Tudo parte de uma imaginação boba e apaixonada – infelizmente.
Soltou a respiração, sentindo o rosto queimar enquanto Heaven seguia o seu olhar fixo e assustado. Apertou os olhos com força, se preparando para o que quer que estivesse vindo.
Escutou ela perguntar se era ele. Mas ela nem precisava responder, aquilo era mais uma pergunta retórica do que qualquer outra coisa. Foi aí que ela começou a discursar sobre “como devemos correr atrás do que queremos” e todo aquele blábláblá que sempre escutava quando Henry era o assunto.
Suas cordas vocais ainda não pareciam estar no seu melhor funcionamento, então ao invés de responder a amiga, fizera o que achara mais prático: Fugiu. Deu as costas rapidamente para a cena diante de si, pronta para voltar àquela secretaria, se necessário. Sacrifícios tinham que ser feitos. E o seu seria completado com eficiência, se Heaven não a tivesse puxado pela gola de sua camisa e a empurrado com força total na direção do garoto. Estava começando a ficar farta dos empurrões de Heaven.
Revirou os olhos, ainda estava a passos de distância do garoto e sabia que o certo seria se aproximar. Qual era a dificuldade? Não tinha motivos para ficar nervosa. Estava reencontrando um velho amigo. Um grande amigo. um amigo.
E mesmo assim, enquanto dava aqueles passos em direção ao garoto, suas esperanças só se acumulavam, seu estômago começava a revirar loucamente de novo, e ela não conseguia evitar aquele ânimo estúpido que surgira dentro de si.
- Henry! –
Ele virou em sua direção, os olhos castanhos lhe encarando por um bom tempo antes de responder um oi sem muita confiança. Droga, droga, droga. Sabia que não deveria estar ali, provavelmente ele devia estar se perguntando "quem é essa ruiva gigantesca e idiota que está falando comigo?". Aquilo era perda de tempo.
Heaven percebendo que estava preste a desistir, empurrou seu ombro levemente com um sorriso no rosto, tentando encorajá-la a continuar. As intenções da amiga eram as melhores, mas naquele momento, tudo o que queria era encontrar um buraco para se esconder. Olhou de esguelha para a morena, como se quisesse deixar claro que mais tarde conversariam sobre certos empurrões.
Tirou alguns fios que estavam na frente de seu rosto, fazendo com que piscasse violentamente a cada segundo.
Como é, Faith? Começou, agora termina. É isso aí. Respira.
- Hmm, sou eu. Faith. Faith Claremont. Passamos alguns verões juntos. - Soltou uma risada, tentando quebrar o gelo. Dentro de si mesma. Heaven com certeza se veria com ela mais tarde.
thanks rapture
Henry and Heaven
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Re: Cause we're broken

Mensagem por Heaven Schreave em Sex Set 13, 2013 4:44 pm



Let the light burn us
NOMBRE PJ ф FECHA Y HORA ф LUGAR


Every time we lie awake after every hit we take. Every feeling that I get but I haven't missed you yet. Every roommate kept awake by every sigh and scream we make. All the feelings that I get, but I still don't miss you yet. Only when I stop to think about it. I hate everything about you, Why do I love you?


Morrisson, Michael Morrisson... É claro que eu aceito me casar com você, seu bobo!, resmungou, ainda dormindo grudada ao travesseiro de penas de ganso que a mãe tão encarecidamente comprara para ela no verão passado. Heaven sonhava com aquilo desde que se entendia por gente. Ah, como seria perfeito o dia do seu casamento! Ela teria as melhores amigas como damas de honra e arrumaria amizades melhores para Michael. Quer dizer, ela até gostava de Paul, ele sempre a ajudava quando Michael não estava presente, ou seja, sempre, mas ela não deixaria que a imagem de Mike fosse mais estragada ainda. Seria um martírio conseguir convencer o Pastor Tudor a sequer celebrar o casamento deles dois, o casamento dos sonhos de qualquer mulher, ou menina, se você fosse considerar que tudo aquilo não passava de uma piada de mau gosto do Criador para com a morena. Michael nunca dera bola para ela e as vezes, só as vezes, Heaven se sentia como um lixo por causa disso.
O despertador tocou as exatas sete horas e a morena bufou, irritada, mas excitada porque bem... Era o primeiro dia da sua ruiva preferida na escola e ela, Holly e Angie iriam ajudá-la com tudo. Especialmente a estragar a vida da desgraçada – ops, perdão, Heaven não falava aquele tipo de palavras – que estava fazendo com que Faith sofresse tanto. Suspirou teatralmente, sorrindo falsa quando a mãe lhe viera oferecer uma bandeja de biscoitos caseiros. – Obrigada, mas vou passar dessa vez. Sabe como é, manter o manequim para o vestido de noiva... – deu de ombros e a mãe sorriu, meio nervosa. – Não me olhe com essa expressão, mamãe! Preciso estar esbelta para quando Mike se dar por si e vir pedir minha mão em casamento pro papai. – fechou os olhos, sorrindo levemente ao imaginar a cena. Seria o dia mais feliz da vida dela. Não, mentira... Todos os dias seriam dias felizes para ela, se tivesse o Morrisson do lado.

Saiu de casa com pressa, uma vez que ainda tinha que buscar Faith. As roupas ordinárias e recatadas eram a marca registrada de Heaven. Estava usando um simples vestido de Poá azul bebê e prendera o cabelo em um rabo de cavalo no alto de sua cabeça. Buzinou algumas vezes, fazendo um biquinho antes da ruiva de fato entrar no carro. – Tudo bem, Faithy? Você parece um pouco, sei lá... verde. – deu de ombros para a aparência de mal estar da amiga. Passaria. Sempre passava. Dirigiu calmamente, respeitando todos os sinais de trânsito da cidade com seu mini Cooper acinzentado até chegarem à escola, onde deixou Faith na secretaria e foi resolver alguns assuntos particulares, como descobrir o que o Morrisson fizera na noite seguinte, a qual a morena estivera ocupada com noções de física sobre calor específico e aquele tipo de coisa.

Deu de ombros para a amiga quando ela voltara, praticamente a xingando enquanto Heaven tentava ver o seu horário. – Oras, Faithy... Podemos sempre dar um jeito nisso. Você sabe como o tio da Holly é influente aqui. – piscou, devolvendo a folha para a amiga no exato momento em que ela ficara estática. Heaven virou-se para onde Faith estava olhando e não conseguiu reprimir uma bufada>

Ele tinha que estar justo no mesmo corredor que elas? Heaven não gostava nem um pouco do fato da amiga gostar logo do menino que estava apaixonado pela lacraia falsa do colégio, a bastardinha Clark. Perguntou para ela se era realmente ele e Faith assentiu, sem muita convicção. Conteve um suspiro e empurrou ela para perto dele. Seria melhor que acabassem com aquilo logo. Ela então chamou o garoto e Heaven revirou os olhos. Como ele conseguia ser tão tapado? Aquilo lhe dava urticária.

- Olá para você também... Hagrid? – perguntou para o garoto, fingindo esquecer do nome dele. Deu um sorrisinho superior e se recostou nos armários, fingindo reparar nas unhas enquanto deixava os dois conversarem, mas atenta para qualquer momento em que ela poderia interromper a conversa e arrastar Faith para as amigas.





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Re: Cause we're broken

Mensagem por Henry Hoffman em Sab Set 21, 2013 1:48 pm

All this time I can't believe I couldn't see



Aquela garota na frente de Henry com tanta expectativa no olhar o fazia sentir-se culpado com aquela situação embora ele não tivesse culpa alguma, afinal de contas, ele não a conhecia, certo? Além disso, aquilo estava muito estanho. Em que mundo uma garota tão bonita como aquela iria conhecer Henry? E mesmo que ela o conhecesse de verdade, porque iria puxar assunto com ele, ainda mais na frente de todos os alunos?

Bem, ela provavelmente era uma pessoa extremamente iludida se achava que ele estava no time de lacrosse, ou futebol americano, ou rugby, ou qualquer outro jogo que exigisse muita testosterona e resultasse em vários hematomas, e as vezes, até mesmo um osso quebrado aquilo e alguma cocussão ali. Henry até queria fazer parte do time, e de certa forma ele até fazia, mas nunca era escalado para fazer parte do time principal. Henry se sentia quase como um espectador naqueles jogos.

Se ela soubesse quem ele é. O garoto nerd daquela escola, que as pessoas tinham a leve tendência de evitá-lo por ele ter isso dentro de si, essa vontade de estar sempre estudando e se atualizando no que estava a sua volta e como consequência não fosse nenhum pouco popular... Ela nem teria se aproximado dele. As pessoas só o procuravam em dias de prova, desesperadas para conseguirem cola de Henry, para tirarem notas boas e melhorarem seu boletim com o intuito de passarem de ano.

No início ele até cedia, passava as respostas ainda que tremesse de medo só de imaginar que o professor poderia ver e tirar a prova de Henry e lhe dar O Zero mais redondo de todo o mundo. Mas com o tempo ele foi começando a perceber que não importava o que ele fizesse, quantos dez as pessoas tirassem graças a ele, elas não eram suas amigas, não realmente e só falavam com ele (em determinada época escolar) com um único intuito.

Isso era tiste. Deprimente. Solitário. Mas ele foi se acostumando com isso ao longo dos anos. Ser ele e apenas ele e ninguém mais do que ele. Por conta própria. E por um lado isso até era bom. Quando você tem amigos, você cria laços, ilusões e expectativas; apenas para quebrar a cara ao descobrir que estava se enganando o tempo todo, não importa quanto isso levaria. Fosse dois meses, dois anos ou dez anos. Você ia acabar se decepcionando mais cedo ou mais tarde, independentemente do motivo que fosse.

Mas deixando todo o seu momento depressivamente deprimente de lado e se concentrando no presente, no que estava na sua frente, Henry decidiu que não precisava de nenhuma autopiedade e que preferia se focar naquela garota ali, parada bem na sua frente. Apenas nela e esquecer que havia uma outra garota ali, uma garota morena que infelizmente Henry tinha a sensação de já tê-la visto.

Ele gostaria de estar a sós com a ruiva, que aquela outra não estivesse ali para presenciar aquele momento tão vergonhoso de Henry lidando/conversando com uma garota. Aquela maldita olhduda! Ele realmente queria ignorar a presença dela, mas ela sabia como ser irritante.

Henry bufou e se virou para ela. - Não tem nada pra fazer não? Como ir mugir ou pastar bem longe daqui sua vaca do capeta? - Perguntou irritado e voltou sua atenção para a ruiva e murmurou um pedido de desculpa para ela, sem saber o porque de fazer isso sendo que não a tinha ofendido.

- Não. - Disse num modo automático quando a ouvira dizer quem ela era. Não mesmo cara. Aquilo era do tipo... Impossível de acontecer, sem chances sabe? Ela ali, aquela mulher parada na sua frente não podia ser Faith. - Não mesmo. - Olhou para ela com um pouco mais de atenção e balançou a cabeça para os lados. Aquela não era a Faith.

- Nada contra você, ok? - Olhou para os lados e passou as mãos na sua cabeça num nítido sinal de frustração. Aquela garota não tinha o direito de falar sobre Faith e muito menos se passar por ela. - Mas a Faith era uma coisinha. - Ele levantou o seu braço e tentou mostrar qual era a estatura de Faith. Tá certo que ela era pequena quando eles haviam se conhecido, até porque eles tinham apenas oito anos de idade naquela época e era mais do que óbvio que ela ainda iria crescer. Mas ela não poderia ter crescido tanto assim.

- Ela era... Tão pequena, magricela, catarrenta e chata... - Ok, ela não era catarrenta e muito menos chata. Henry amava passar horas e horas com ela no seu verão. Era a melhor parte de suas férias, quando se encontrava com Faith e os dois iam passear pelas ruas de Eufaula, tomar um sorvete, ir no parque ou apenas andar um pouco de bicicleta. Ela conseguia deixá-lo feliz e ele até mesmo conseguia se esquecer de Audrey quando estava com ela.

- Mas você... - Ele passou os seus olhos pelo corpo dela e ele não conseguia pensar nela como uma garota. Ele a olhava e sua via uma mulher. Ele via um mulherão. Ela era linda. - Você é tão... - Gostosa. Era a primeira palavra que ele pensara para descrevê-la, mas ela era muito mais do que isso; ela tinha algo doce, suave em seus olhos, como se ainda tivesse conservado aquela inocência. Henry gesticulou com os seus braços a fim de encontrar alguma palavra para descrevê-la mas sem desrespeitá-la, porém ele não conseguia pensar em nada específico.

Onde diabos havia parado todas as palavras do dicionário naquele momento? Ele estava parecendo um retardado ali, gesticulando e sem dizer nada com nada.

A garota era basicamente da mesma altura que ele e nem usava saltos, isso já dizia muita coisa sobre a sua altura e ele podia perceber que mesmo com aquelas roupas que ela usava que ela tinha um corpo lindo, cheio de curvas e completamente tentadora para qualquer homem em seu juízo perfeito.

Mas então um estalo ocorreu no interior do cara. Ninguém mais sabia sobre Faith, os únicos que conheciam a verdade sobre ela, sobre a sua existência eram os pais de Henry e não havia porque eles saírem espalhando isso por aí, então... - Ai meu Deus! Ai meu Deus! Ai meu Deus! - Aquela era a Faith. Não havia como ninguém saber cobre ela e tê-la ali na sua frente era tão louco e ele queria morrer. Morrer de desgosto e de vergonha de si. Como assim ele não havia reconhecido aquela garota?

Como não havia sido capaz de perceber por aqueles olhos? Aquele jeitinho fofo e sem graça quando conversava. Ela havia sido a melhor parte de sua infância ali em Eufaula e ele não se lembrava de nenhuma memória tão feliz quando era criança que ela não estivesse presente. Faith era a parte mais linda e pura de sua infância. Os verões que passara com ela eram inesquecíveis e ele ainda se lembrava dela, de como eles apostavam corrida de bicicleta, como tentavam ir cada vez mais alto no balança e quem conseguia comer primeiro o sorvete que compravam.

- Mas... Como? - Como ela havia se tornado uma mulher tão linda e deslumbrante? Como Henry conseguia ser tão tapado assim? - Quando? Você aqui... - Ele não conseguia acreditar que ela estava ali e movido por força que ele não sabia e não queria entender, a abraçou sem se importar com o fato de não se verem há anos e que provavelmente havia dezenas de coisas sobre ela que não sabia. - Faith. Sussurrou ainda abraçado a ela. Mas se ela era mesmo a Faith, a sua Faith, ele precisava abraçá-la, senti-la ali consigo e ter esperanças de que ela nunca mais iria embora, ou que ao menos mandaria notícias para ele da próxima vez que resolvesse sumir da cidade.


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Re: Cause we're broken

Mensagem por Faith Claremont em Dom Jan 05, 2014 11:37 pm


It's in his dna, and he just takes my breath away

Apertou os olhos, unindo as sobrancelhas enquanto o pequeno sorriso surgia em seus lábios. Tudo bem, ele estava bem ali, na sua frente, em pleno estágio de negação quanto ao fato de ser ela bem ali, e isso não poderia ser mais constrangedor. Mas e daí? Só o fato dele lembrar que ela um dia já existiu na vida dele já a deixava mais do que contente. Seu coração dava saltos só de encontrar os olhos dele fixados nos seus, e sinceramente não sabia como ainda conseguia manter o queixo erguido.
Deus, não pensou que ficaria tão afetada assim, só com a presença dele. Isso era surreal, todas as sensações que estava sentindo ao mesmo tempo, os pensamentos rápidos e embolados demais para que fizessem qualquer sentido, para que pudesse pronunciar qualquer tipo de resposta. Nem ao menos sabia o que ele estava falando, se é que estava. Só conseguia prestar atenção na forma como ele gesticulava demais quando falava, ou como milhões de expressões passavam pelo seu rosto a cada segundo, e então como ele sempre contorcia a boca ao finalizar qualquer fala. Puxou uma mecha do cabelo, enroscando entre os dedos, tentando finalmente se concentrar no que Henry estava dizendo.

Percebeu que ele percorria os olhos pelo seu corpo, e se encolheu minimamente, querendo esconder qualquer tipo de imperfeição dos olhos dele. Não que tivesse feito qualquer diferença, é claro, mas não custava tentar. Escutou as palavras dele sem entender direito o que ele queria dizer, soltando uma risada engasgada – mais pelo nervosismo do que por qualquer outra coisa.

- Eu sou... crescida? É que, sabe, passou um bom tempo desde que nós... desde que nós nos vimos pela última vez. –
Sorriu gentilmente para o garoto, sem saber direito o que falar, o que fazer e... Céus como ela queria ser só um pouquinho mais segura de si, assim como Heaven. Chegava a ser ridícula toda aquela situação. Ela chegou ali, ela puxou assunto, ela o chamou. Basicamente isso automaticamente jogava toda a responsabilidade de administrar o fluxo da conversa para cima dela, pelo menos era isso que ela achava. O problema é que ela sequer sabia que tipo de fluxo ela queria que toda aquela história levasse, ela mal sabia o que esperar. Henry estar ali, bem na sua frente, e dirigir uma palavra para ela já era o tipo de situação que ela jamais pensou que fosse realmente acontecer. Mais do que um daqueles devaneios que costumava ter sobre o garoto quando meio que se desligava do mundo. Tudo bem, ele podia não reconhecê-la, podia ignorá-la até o final do ano letivo, ela não se importava. Só em saber que ele lembrava dela já era tão... Ah! Ela ia explodir a qualquer segundo de tanta ansiedade.

Foi então que Henry começou a agitar-se novamente e a gesticular mais do que o normal, ele sempre fazia isso quando aconteciam coisas que o surpreendiam, como no dia em que ele ganhou aquele videogame que estava pedindo há séculos para o pai. Por isso, apesar de se assustar um pouco com a súbita explosão, se deixou sorrir feito uma boba com a cena, as sobrancelhas unidas por pura curiosidade. Era como se o garotinho que sempre conhecera estivesse bem ali, e tudo de repente pareceu tão simples. Porque sempre tinha sido assim entre eles dois, simples, fácil, como se o verão nunca tivesse terminado. Inesperadamente se sentiu mais calma. Ele ainda era o Henry – e não acreditava que estava se permitindo pensar dessa forma, mas ainda era o seu Henry. Aquele que ela conhecia tão bem.

Deu de ombros com as variadas perguntas que vieram em sequência da boca do garoto, deixando escapar risos de felicidade, mordendo os lábios para que não parecesse tão idiota.

- Eu não sei, quer dizer, sei! É porque tudo aconteceu tão rápido, meus avós... –

Antes que pudesse terminar a frase, o moreno se aproximou e a puxou para um abraço. Sentiu as palavras morrerem ao poucos ao escutar seu nome sendo sussurrado, sentindo como se tivesse recebido um soco bem no coração, golfando por um pouco de ar. Doía, doía tanto. Era aquele tipo de dor que valia a pena, e fazia tanto tempo que não se sentia assim.

-... Hey-

Envolveu os braços no pescoço do moreno devagar, com medo de que com um mero deslize toda aquela situação se quebrasse em mil pedacinhos. Os olhos lacrimejavam e o rosto estava tão quente que tinha quase certeza que deveria estar na mesma cor que seu cabelo. Riu baixinho, mais para si mesma do que para qualquer pessoa. Não conseguia acreditar que aquilo estava acontecendo, meu Deus! Apoiou o rosto nos ombros dele, esperando que ninguém visse o quão patética ela estava, chorando feito uma garotinha.

- E-eu senti sua falta, seu bobalhão. –

E de repente não havia mais nada ali. Não havia Heaven, o barulho irritante do sinal, ou até mesmo a conversa alta dos alunos que passavam por ali. Eram só eles dois, como antigamente. E Faith jurava que nunca tinha se sentido tão bem.
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Re: Cause we're broken

Mensagem por Heaven Schreave em Ter Jan 07, 2014 12:50 pm



Let the light burn us
NOMBRE PJ ф FECHA Y HORA ф LUGAR


Every time we lie awake after every hit we take. Every feeling that I get but I haven't missed you yet. Every roommate kept awake by every sigh and scream we make. All the feelings that I get, but I still don't miss you yet. Only when I stop to think about it. I hate everything about you, Why do I love you?



Ela estava sinceramente ouvindo aquela baboseira? Henry era o maior nerd de todos e ainda tinha a dita cara de pau de mandá-la para algum lugar que não o seu nome? Para o céu?

De qualquer forma, o nerdzinho não tinha sequer um pingo de criatividade. Vadia dos infernos? Quer dizer... Sério? O que a amiga tinha visto nesse garoto? Heaven se sentia ultrajada. Na realidade... Mais do que ultrajada. Estava prestes a acabar com todo aquele encontro romântico quando se lembrou de que Faith ficaria arrasada. E, por mais que detestasse não responder o menino à altura, a ruiva vinha primeiro. Faith não merecia isso, não depois de tudo pelo que havia passado. E, acredite, a menina não merecia a forma como o próprio pai a tratava. Por mais que sua Faithy não verballizasse coisa alguma, Heaven conseguia ser perceptiva a esse ponto.

- Hagrid, meu querido... Onde estão as suas maneiras? Sabe, é feio mandar alguém para o inferno, ou mugir... O que seja. - revirou os olhos, como se estivesse penalizando o garoto pelo que ele falara. Falaria coisas muito piores, e provavelmente aquilo acabaria com uma ou duas de suas unhas quebradas e a cara de bebê do Hoffman completamente arranhada. Ele deveria agradecer à sua amiga por aquilo. Faith acabava de salvar a carinha medíocre dele. Ok... Talvez nem tão medíocre assim, mas precisava de um trato. Um bom e longo trato para ficar apresentável.

Estava de vela entre os dois pombinhos, e definitivamente ela detestava aquele tipo de posição. Céus, era difícil pedir para Faith reencontrar seu namoradinho de infância enquanto a morena não estivesse por perto? Não era obrigada a ter que aguentar a menina acabar com toda a popularidade que a garota poderia ter dentro da escola. Dentro de Eufaula. Revirou os olhos, movendo-se um pouco para trás assim que o retardado fizera o favor de lembrar quem Faith era. Como se não bastasse não ser O cara, ainda era a lerdeza em pessoa. Heaven estava ofendida com o dedo podre da amiga. Ela deveria aprencer a escolher homens mais... Dignos.

Assim que teve certeza de estar prestes a vomitar com todo aquele reencontro romântico, o sinal tocou e a morena sorriu, do jeito psicopata que só ela conseguia ter. Entendam como quiserem, queridos, mas Raven Schreave acabara de arrumar algum tipo de álibi para sair daquela situação por cima. Obrigada sistema colegial americano! - Eu não sei você, Hagrid, mas a Faith aqui tem que ir para a aula. - começou, tratando de afastar os braços grandes de Henry do corpo da ruiva. Eles eram do mesmo tamanho, e aquilo era apenas mais uma das coisas que faziam com que Henry não fosse minimamente apropriado para Faith Claremont. Ignorou a careta de desgosto do garoto, tendo certeza de que ele a mandaria pra lugares não muito bonitos, mas aquele tipo de provocação era tão... típica do ginásio. Heaven não se importava se Henry era uma criancinha. Ela se preocupava com o bem estar da amiga.

Portanto, quando viu que os olhos verdes chegavam a brilhar de alegria, não conseguiu deixar o sorriso preso entre os lábios. Um sorriso irônico, mas mesmo assim um sorriso. - Eu não sei nem porque eu ainda tento te aconselhar, ruiva. Mas se você realmente quer algo com esse panaca que só sabe jogar Leage of Legends e por isso ainda é virgem... Nós precisamos eliminar a concorrência. - sussurrou, afastando-se do Hoffman a medida que puxava a amiga pelo braço. - Sempre ótimo te ver, Hagrid! - virou o rosto o suficiente para mandar um beijo para o garoto, ignorando qualquer resposta que ele pudesse dar. - E, com concorrência, eu quero dizer... Audrey Clark. Ela e o pequeno grupinho de bruxas, que sabem usar as covinhas e olhos inocentes, como ela. Para a sua sorte você é minha amiga, e amiga da Angelinne e da Holly. Ou seja... Nós te ajudaremos muito nesse quesito. - sorriu, desfazendo o rabo de cavalo e deixando os cabelos caírem soltos sobre os ombros da herdeira dos Schreave. - O que me lembra... Você sabe escolher muito bem seus amigos, Faithy. - fechou os olhos com o sorriso ainda estampado no rosto.

Quem precisava de Aritmética quando ela tinha trabalho a fazer como amiga?

- Vamos, vamos. Não me olhe com essa cara, Faith. Eu precisava te afastar dele porque se não você ia acabar... Ficando muito melosa. - revirou os olhos, como se aquela fosse uma ótima justificativa. Era pelo menos para a morena. - Além do que, uma dama como você não pode ficar se dando ao desfrute. - assentiu, como se estivesse dando um sermão para a amiga. - Deixe que ele procure você. - piscou, levando a amiga para a sala, antes do próximo sinal tocar. - Te vejo no almoço, Faith. Tente não se perder. - sorriu, indo para a própria sala, praticamente saltitando por ter feito uma boa ação.

Ou quase isso.





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Re: Cause we're broken

Mensagem por Henry Hoffman em Ter Jan 07, 2014 1:23 pm



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