Eufaula , uma pequena cidade no interior do Alabama, uma população de um pouco mais de 13 mil habitantes. Como em todas as cidades pequenas as fofocas sobre todos correm soltas em Eufaula, existe um rol de mal- falados na cidade que vivem sobre intrigas dos vizinhos que desaprovam cada atitude destes. Em um lugar onde todos se conhecem não se é permitido cometer grandes deslizes, afinal ninguém gosta de estar na boca do povo, correto?
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Mensagem por Henry Hoffman em Ter Jan 07, 2014 1:32 pm



Dados da RP

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Re: You're such a vision to see

Mensagem por Henry Hoffman em Ter Jan 07, 2014 2:38 pm
















Henry nunca tinha abraçado Faith antes. Quando eles se conheceram, quando eles se tornaram amigo, ambos eram apenas crianças e rolava toda aquela vergonha e constrangimento quando alguma proximidade a mais acontecia. O mais íntimo que já tinha ficado dela fora ficar de mãos dadas com a ruiva, porém nunca a tinha abraçado e aquele abraço quase o matou. Sentia-se plenamente feliz. Feliz por ela ter voltado, por ter tido coragem de ir falar com ele mesmo após quase dez anos, feliz por finalmente poder abraçá-la.

A vida estava sempre o surpreendendo e ele esperava que as surpresas continuassem sendo assim. Maravilhosas. E esperava que pudesse contar com a companhia daquela jovem por muitos anos ainda; mas tinha algo dentro de si, uma pequena pontada de medo. Henry tinha medo de que Faith sumisse mais uma vez, tinha medo de perder a sua amiga, a vida já a levara uma vez e tinha medo de que a levasse de novo e que nunca mais fosse voltar a vê-la.

Mas mais incrível do que agir como um louco impulsivo a abraçando foi o simples fato dela o abraçar de volta. Ela tinha agido de uma maneira tão cautelosa, tão diferente dele que por um mero segundo ele se sentiu mal, quase chegara a quebrar aquela proximidade entre eles e agradeceu mentalmente por não ter feito isso quando a sentiu retribuir aquele pequeno gesto. Sorriu um pouco. - Eu também senti. - Apertou-a um pouco mais.

Simplesmente não conseguia entender como Faith, a sua Faith, conseguia ser amiga de uma garota tão seca e amarga para a vida. Sua ruiva era sempre tão alegre, divertida e risonha. Estavam sempre se divertindo quando crianças e nunc havia tempo ruim para a pequena dupla e por isso não fazia muito nexo vê-la com aquela morena que olhava Henry como se ele tivesse alguma doença letal e que também fosse altamente contagiosa. Ele não gostava de violência, ainda mais quando se tratava de alguém do sexo feminino, mas aquela ali pedia para levar uns bons murros tendo toda aquela atitude e cara de que está chupando limão.

Ok. Ok. Ele não iria fazer nada em respeito a isso, afinal, Faith já tinha idade o suficiente para saber com quem andava, ela podia muito bem escolher as suas companhias e se ela tinha escolhido andar com as cobras... Ele apenas tinha que respeitar tal opinião e por isso preferiu manter-se calado a todas as rídiculas provocações da morena.  Até porque era ficar calado ou bater nela e ele sem sombra de dúvidas não queria ir preso por ter agredido uma vadia.

Porém ela estava realmente pedindo por uns bons tapas. Quem ali se importava de verdade com o sinal da escola tocando? Como se todos ali não quissessem adiar o máximo possível o início das aulas. A muito contra gosto, permitiu que Faith se afastasse e tentou fazer o melhor possível para esconder a sua carranca e tinha certeza absoluta que não tinha conseguido disfarçar em nada o seu desgosto com aquela situação. A única coisa que lhe restava era ir para a aula e foi o que o jovem fez.

De minuto em minuto era muito; ele olhava para o seu relógio quase que de vinte em vinte segundos. Batia os pés no chão, tamborilava com os dedos na mesa, brincava com a caneta, rabiscava em seu caderno, olhava para o professor, olhava para os seus colegas... Fazia de tudo, mas as aulas nunca pareciam chegar ao fim e ele estava para ter um sincope bem ali naquela escola.

O intervalo chegou e Henry fugiu dele. Estava agitado demais, ansioso demais para vê-la e acabaria fazendo alguma besteira nesse meio tempo e ele não estava nenhum pouco interessado em assustá-la. Preferiu permanecer na sala de aula enquanto planejava no que poderia fazer depois que saíssem dali, precisava pensar e tentar agir naturalmente mesmo que isso fosse ser um pouquinho difícil.

Depois do que pareceu ser quatro anos, o dia letivo finalmente chegava ao fim e Henry arrumou suas coisas o mais rápido que pode, foi quase correndo até a saída e ficou lá esperando por ela. Avistou Faith com algumas garotas e sorriu ao vê-la ali. Não acreditava que estavam estudando na mesma escola e que agora iria vê-la durante todos os dias, e não apenas durante as suas férias. Foi até ela um pouco incerto e sorriu um pouco sem graça. - Hey, Faith. Você tem um minuto? - Olhou-a diretamente nos olhos e então para as meninas que estavam com ela. Precisava falar apenas com ela e não queria ninguém por perto desta vez.

Ela concordou e eles caminharam um pouco, Henry apertava com um pouco de força as alças de sua mochila. - Então... Quem diria você por aqui... - Porcaria! Que merda era aquilo ali? Estava sendo ainda mais ridículo do que o que já era normalmente. - Eu gostaria de te levar para dar uma volta. Se não for nenhum problema, claro. - Emendou rapidamente. Talvez os pais dela a estivessem esperando em casa, ansiosos para saber como ela tinha ido naquele dia letivo. Sorriu ao ver que ela concordava com ele e foram até o seu carro. - Não é muita coisa, mas é melhor do que o ônibus. - Abriu a porta de seu jipe para ela e deu meia volta, indo sentar-se no lugar do motorista.

A infância dos dois ali em Eufaula se concentrava em um lugar específico e por isso Henry fazia questão de levá-la até lá, porém, no meio do caminho resolveu fazer uma rápida parada no The Donut King. Lembra-se do quanto Faith gostava e só esperava que tivesse acertado em alguma coisa. Não estava pensando em demorar durante o seu pequeno passeio, não queria que ela levasse alguma bronca ou recebesse algum castigo de seus pais, mas era sempre bom prevenir.

Depois de comprar algo para comerem, dirigiu até o Lago da cidade e sorriu um pouco ao ver o entusiasmo da jovem diante tudo o que via. - Queria mesmo é ter te levado para o parque, mas não sei se nos deixariam brincar lá agora. - Parou o carro e ajudou-a a descer.  Ela o olhou com aquela cara que perguntava 'porque você está fazendo isso?', o jovem encolheu os ombros e a olhou. - Porque eu senti sua falta.

Pegou os donuts no banco de trás e foram caminhar em volta do lago. Havia tanto para ser dito, tanto para se lembrar, para se descobrir.









You see I don’t usually do this but I really need you tonight Give it to me give it to me Give it to me give it to me Give it to me give it to me Will I even get married before I turn thirty? My heart is hurt from only giving love, what do I do? My heart hurts even at the persistent sound of rain I’m still young and soft-hearted Innocent and soft-hearted, I have a lot of tears  


SHINJI @ OOPS!




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